Maria
Prosa e Poesia
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Debruo de Sonhos
E se não me colhi em meio a tantos espinhos gruênticos da terra, é porque meus solos se desgastaram à espera de respostas que, hoje sei, jamais aportarão na minha ampulheta do tempo. Por que me debruo em lembranças embotadas do que nunca foi e nunca será? É preciso reconhecer quando é só você que cria e sonha o que nunca é, nem será realizável. E todas as horas aprendo que lá fora sou barco, descobrindo mares nunca antes vistos, enquanto sigo - jangada de sonhos - em intensa busca de luz, aqui dentro..
Maria
Enviado por Maria em 08/05/2016
Alterado em 08/05/2016
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