Maria
Prosa e Poesia
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O Infinito Adormece
 
Ouço um silêncio nos campos secos de dentro, um estalar de nadas que se faz imensidão no entardecer de palavras. A boca abarca este sozinho e faz ninhos de (in)quietudes nos galhos quebradiços desta íris azulada de sóis. Um sopro de vento perambula a voz que cala, acarinha a mão que toca angústias na escuridão... faz um prelúdio do que seja um silenciar agonizante de (in)certezas... E o poema destila sentimentos, enquanto o infinito adormece a voz do coração...
Maria
Enviado por Maria em 08/02/2017
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