É quando os sons do silêncio nos envolvem e nos tocam profundamente a alma, que o poema se desenha, mesmo os pés de asfalto e as mãos farfalhando solidões na noite escura... Sobre o aparador da alma a vela acesa tremula luzes e esperanças... E o Poeta, deslumbrado, tateia as veias e as cordas da canção que toca nos sons do silêncio e da poesia que adormece na noite que é um deserto de improbabilidades e... possibilidades...
Intertexto com
do Poetamigo Takinho