Guardo um gesto em meu silêncio...
Um olhar que clama para quem não vê...
Um sentimento no fundo da íris,
aquietado em si na lágrima que cai...
Agora é assim o meu trinado...
Calado e triste o meu andar...
Uma gaivota perdida de suas asas,
caída na praia sem céu e mar...