Não, eu não preciso carregar essa escuridão que não é minha. E, também, não preciso ficar sempre acendendo e acendendo e acendendo uma luz para alguém que a joga na água para a apagar ou que, no fundo, no fundo, talvez ainda não queira enxergá-la. Seu brilho não deveria ser apagado porque alguém vive nas sombras e delas não quer sair... Sim! Talvez, talvez... a melhor resposta agora não seja uma resposta. Talvez seja o silêncio. Ou talvez seja um lembrete, para mim mesma, de que minha dança, meu riso e minha felicidade são legítimos e não devem ser arrastados para o limbo de ninguém...