Sim, mergulho no avesso da festa,
alma despida de máscaras,
sempre em busca de minha essência.
Talvez haja melancolia em minha voz
diante da introspecção do Poeta
que chora a perda e ainda sonha
com tranças angelicais
que desparziam no encosto
de seus braços feitos.
Declino-me - silenciosa - à busca do interior,
acalentando-me na ebulição do espírito,
alma vasta e infinita,
observando o rosto amado
transbordando o coração em versos...