As perguntas sempre existirão. O dia amanhece solapando horas e assim segue diminuindo nosso tempo paulatinamente. Não há como voltar os ponteiros do relógio, nem como devolver a areia da ampulheta que já está no passado. É a roda da vida que gira como um carrossel em movimento e vai solavancando o dia de acordo com suas tensões, conflitos, vivências, histórias, encontros, desencontros. O que nos cabe fazer é viver cada dia como ele é: único, presente. Abrir os olhos e escolher viver bem o dia, não irreflexivamente, mas com a mente aberta ao pensar o que podemos fazer para torna-lo mais leve e sintonizado com nossa forma de ser, pensar, viver e Amar.