Não há como traduzir a imensidão desse universo interno onde a solidão e a esperança se entrelaçam. Porque o que pulsa é a dor da incerteza, o desejo premente do pertencimento espargindo ecos de um Amor Infinito. No limiar da esperança tateio a escuridão de meus pra dentro... escrevo um poema em forma de letra na palma da mão... como se cada verso fosse um passo hesitante - entre a luz e a névoa - neste território ainda desconhecido da minha alma.