Caminho triste pelo meu silêncio. Abraçada pela solidão sou nau à deriva num mar de saudades do que nunca tive. Sigo cada passo com a lentidão do tempo e a velocidade da luz que se confrontam num beco de contradições. Os olhos envelhecidos de lágrimas só veem os tsunamis de dores se jogando com força na arrebentação. Fecho olhos. (Ir)respiro as últimas gotas de ar que ainda me permitem visualizar o ataúde de um sentimento que o Sol negou aceitar...