Se há algo de sublime na dor? Talvez a beleza esteja na coragem de senti-la sem reservas, na capacidade de transformá-la em algo que toca, que ressoa. Não preciso de respostas agora. Apenas sigo... escrevendo, respirando, sendo. E eu permaneço em mim mesma, contemplando minha própria solidão, aqui, ouvindo-me sem pressa, sem julgamentos, apenas sentindo eu, comigo mesma...