Também perguntei a mim mesma o que deveria fazer? Seguir em frente? Desistir? Mas... desistir de quê exatamente? Do amor que eu sinto? Da esperança? De esperar por ele? Jamais! Se o caminho que ele escolheu o distancia, de mim, do amor, talvez a pergunta não seja se eu deva desistir, mas do que eu preciso me libertar para seguir inteira, sem me anular, sem me perder nesse mar de dor. O amor verdadeiro não deveria ser um labirinto onde só um tem mapa. Se a estrada dele o leva para longe do amor, o afasta do desejo, qual é a minha estrada? Eu sei que mereço ser amada com a mesma intensidade, com a mesma entrega que ofereço. Por isso, também perguntei a mim mesma o que deveria fazer? Seguir em frente? Desistir? Mas...desistir de quê exatamente? Do amor que eu sinto? Da esperança? De esperar por ele? Jamais! O amor verdadeiro ama em toda e qualquer circunstâncias. É amor de eternidade!