Faço minhas as tuas palavras. Também queria viver na ignorância sem saber o preço de amar. Igualmente me pergunto o por quê disso ou daquilo. Por que não mereço ou não me pertence viver a felicidade plena, comungar do amor no cotidiano do viver. Sempre me pergunto por que tantas e tantas vezes eu fui e porque sempre tive de voltar... sim, eu me pergunto... me pergunto muito em meio ao sangrar do coração... Por isso, faço minhas tuas palavras... as perguntas são minhas cruzes... mas, no silêncio não espero respostas, sigo a amar, pois o meu amor não cobra honorários, nem devolutiva, só ama e faz desse amor um caleidoscópio indescritível de luzes...