É porque o amor está presente no poema. Ele carrega a sua essência em cada palavra, no sentir profundo que transcende o tempo e se faz presente no toque, no olhar, no silêncio e na poesia que une almas. Ele reverbera num eco de emoção, no pulsar do coração... um toque sutil de um coração do outro lado da janela do tempo profundo... É como se o tempo sussurrasse entre as frestas da eternidade, carregando no vento esse eco , um resquício de sentimento que dança no ar antes de pousar no coração. Do outro lado da janela do tempo profundo, há um toque sutil - quase imperceptível, mas real - de um coração que chama, que espera, que sente … que ama tão, tão intensamente... Que ama tão, tão intensamente, que faz do tempo uma ponte, da saudade, um verso, e do silêncio, um abraço que nunca parte. Que ama tão, tão profundamente, que cada batida do coração é um sussurro de eternidade, um eco que atravessa distâncias, e se faz presença, mesmo na ausência.