Se hoje me calo de seu toque de luz, calam-se, talvez para sempre, quimeras na aura do tempo... E, a cortina da noite cai tristonha e nebulada... Mas a quem importa? A quem importa se faz sol ou chuva em minhas leiras de dentro?... ... O tempo é glorioso em promover esquecimentos... Por isso, apenas caminho... ando trilhas e me esquivo de acordos que um dia comigo me fiz... É que não sei reconstruir pontes para céus e luzes que me fugiram, que não me acolhem mais em seu brilho... Então, caminho, caminho... Talvez... talvez, seja esse também "o meu jeito de me ter com as coisas" ou de não me ter...