Como fechar o velcro da alma,
findar o ciclo como um eco suspenso
e paradoxalmente dito?
Não escrevo em seções,
nem sei cozer uma peça única.
Continuo costurando absurdos
com dedos de cinzel
que se enroscam em si mesmos.
Não sei de meus suspiros
- choro...
sou toda sentimento...
Entrego o poema
como uma flor toda colibri
que entrega seu néctar sem saber
se dele alguém quer beber...