Nem sempre precisamos de braços. Nem sempre precisa fazer algo... Às vezes, às vezes... o que tanto desejamos e amamos está tão perto e seria tão fácil só recostar a cabeça no peito amado, no ombro amigo, nos braços aternurados de amor... Mas, nos deixamos perder da Luz, nos deixamos levar (ou talvez buscamos ir...) para longe desta - não só - contemplação...