Também quero juntar
o fogo e a aurora
para daí surgirem asas
ao sonho e à imaginação.
Nesta dança da vida
mergulho profundo
no espelho de meus olhos
e vejo, no fundo
dos canyons da alma,
os brilhos acesos
que resistem à escuridão.
Prevejo o momento -
um bailar quentinho
nos braços do Sol.
No silêncio mais fundo,
há um sopro de luz,
um chamado antigo, ancestral.
No abraço quente do Sol
o renascimento do mundo -
da vida - em meus pra dentro.