Todo princípio está ligado a um fim e todo fim sempre espelha uma flor. Ou a outro início e a uma outra flor (José Ernesto Kappel no livro Peractorum: a soma da saudade).
Não acredito no amor borboleta que navega de flor em flor em busca do néctar para se alimentar. Vivo o amor de eternidades, chama-eterna que se acendeu para nunca mais se apagar. É disso que sou, é isso que entrego... O amor pelo qual vale a pena sonhar e lutar!