Não ser reclusa do tempo - que dádiva.
Deixar-se levar pela maresia
e ondas do vento
para onde o vento quiser nos levar.
A alma mergulha nessas marés
e dos “afogos” nasce o deslumbramento,
como se cada sopro do instante
fosse um novo renascer.
Para
Alma Viva de Mardielli e
E o corte não sangrou de Betaldi
Imagem: Aurora