Mergulho em minhas próprias saudades,
sondando a emoção do poema
em cada linha escrita,
em cada verso desenhado na palma da mão...
Às vezes, tenho medo dos meus passos...
Eles me levam ao meus pra dentro,
sem caminhos, sem volta,
em abismos profusos de reflexão...
e quase sempre me perco
na imensidão e profundidade
de meus pensamentos, sentimentos e emoções....
Depois não sei mais se achar...
Talvez por isso, na solidão das horas,
mergulho em minhas próprias saudades...
saudades de mim... de você...
que sou eu em nossas mesmas necessidades...
Te ajudo: me ajuda!
Somos um só, meu Amor!