E os dedos tocam
essa 'sensação' de errância...
a solidão quase tátil... palpável...
Ternura, saudade, dor...
fragilidade, o cansaço
das emoções latentes...
E segue o passo solitário...
como vagasse
por caminhos indefinidos,
espelhando no tempo
a dor da própria alma...