É na solidão e profundo embaraço
do cotidiano da vida
que mora o mais lindo amor!
Esse sentimento que nutre,
que ergue das cinzas,
que apaga da alma o desejo morrer...
É no mais absurdo do tempo,
na história que o mundo não conhece,
nos territórios que a própria alma
não ousa compreender,
que habita o que de mais puro,
simples e verdadeiro há no coração
de um homem e de uma mulher.
Dois que são um e que,
mesmo equidistantes,
se tocam em suas belezas,
em suas eternidades,
em suas preciosidades -
no relicário da alma,
nas profundezas do Coração!