É longa a espera na noite
que venta ansiedades
pelas esquinas do tempo.
Insana a tempestade interior
e o medo de ter perdido o Sol
e o brilho das estrelas candentes.
Sou flor que chora ao ser tocada,
ramagem de palavras
que se não conseguem me explicar
pelo menos explicitam meus pra dentro
em nossa janela do tempo profundo.
É longa a espera na noite
que venta ansiedades
pelas esquinas do tempo.
Poema e foto: