A ilusão gera dor - ou o sofrimento, como Morin diz - posto que é o não acontecido em todos os tempos. Se há dor, há algo palpável. Se há algo palpável, há uma realidade vivida. Se há uma realidade vivida, há concretude do real. Logo, sim: o quase nada (a ilusão, que não existe como fato) é tão existente que se fez real. O tudo do nada que nunca se teve.