Na transparência desses passos o silêncio das travessias interiores, dos comboios dos ausentes (dos que partiram - ontem, hoje, amanhã) que movem as águas pelo canto dos cílios em busca dos lábios quietos para as beberem... Em nossos pra dentro as dores dos pés errantes, dos sonhos impermanentes - aqueles que nunca mais irão se fazer sonhar... mas que permanecem conosco como estrelas a luzir nossos pés no caminho...
Intertexto com
da querida e poetamiga
Lúcia Constantino