Queria que houvesse um dedal de avó,
dedal de pai e de mãe para a alma -
para a proteger das saudades doídas
e dos espinhos ardidos do cotidiano.
Um cálido dedal que me cercasse de abraços
e me sussurrasse palavras ao pé do ouvido:
"não chora, vai ficar tudo bem de novo!".