Perfaço os ventos que me tocam
com o pensamento de Mar.
Movem-se de um canto à outro
de meus pra dentro
em ondas e brados de amor.
É que aceito as ondas no convés.
E as quero na travessia
porque com elas voo
à alturas inimagináveis
nas calmarias.
Que o amor seja vento -
nas velas -
tombadilho de luzes acesas
oferecendo caminhos...