São as tempestades
que me ensinam a voar
quando tudo fica quieto demais.
É quando me encontro
no olho dos ventos
rodopiantes dos sentidos.
Lá, nem sempre há farol
apontando o lugar
dos naufrágios.
É que o coração
já conhece
o caminho do porto.
Ele é nau, embarcação.
O amor é vento nas velas.