Também vivo neste silêncio -
na espera de que palavras verdadeiras
cheguem pela porta entreaberta.
Que me encontrem num abraço
e colem seu rosto no meu
num beijo de amor antigo.
Desses que não se escreve
em pergaminhos,
que não se fala em cordéis...
Esse amor que habita os meus pra dentro
e se expande pelo meu olhar e meu sorriso
em nossa janela do tempo profundo...