Sei que carrego seivas antigas dentro da alma,
ramagens de palavras que me expressem
ou libertem abismos interiores.
E a noite segue solícita,
venta ansiedades e sonhos
pelas esquinas do tempo.
Olho o entorno
e só vejo e sinto
o amor que resiste - milenar -
dentro do peito.
É nele que me abraço:
minha estrela,
meu guia e força para viver,
meu farol de eternidade,
feixe de luz -
Você -
homem de beleza profunda,
coração amalgamado ao meu,
como as palavras se entrelaçam
- pra sempre, numa manhã de Sol -
num doce e querido
Poema de Amor.