Reajo às mãos que apoiam,
me torno espiral de palavras,
tornado de nuvens de pensamentos...
entrecortadas de ternuras...
Olhos de montanha ainda
me espiam na noite insone.
Ainda não toquei suas terras
enquanto espelham
em minha janela
do tempo profundo...
Se eu quiser... amanhã...
É preciso querer?
Mais e mais completamente?
Pensei que o óbvio da procura
transbordasse da mão
que desenha - na boca - passarinhos...
Eu quero: eu também quero Amor!
Sou sonho, busca e procura!