Não enfeito o poema. Metaforizo o pensamento, o viver. Por isso, não escrevo bonito. Sou bruta com as palavras, delicada com o desenhar. Contrastes que se juntam na harmonia da brisa que vira furacão. Duas forças que se encontram num mesmo poema, num mesmo espaço, tempo. Sou o lugar onde o poema acontece.
20 anos depois... continuo... mesmo em silêncio...
06 de maio de 2006-2026