Acho que é isso que a palavra faz em mim enquanto escrevo: esse paradoxo da palavra que fere e que desenha enquanto corta. Porque eu choro escrevendo, rio, soluço, gargalho. Lágrimas escorrem quietinhas em alguns momentos e no outro cachoeiras despencam junto às tempestades e furacões da alma. Vivo o que escrevo no momento em que escrevo. Sinto. Profundamente. Sou minha própria palavra escrita. Sou eu em minha palavra escrita. Entendes? Consegues me subentender? Sou eu... eu, na minha palavra escrita.