Continuo fazendo promessas nas noites estreladas e silenciosas - são meus veios de vida, para o meu acreditar. Ativo sonhos para recomeçar tudo de novo no dia seguinte enquanto aciono o resetar do dia e desisto de mim na noite de liturgia do medo. No silêncio e solidão adormeço meus mistérios - teu nome bem guardado no relicário do coração - grandiosos mistérios que trago da ancestralidade que submerge em cada verso, em cada poema - como as lavas dos vulcões. Deixa adormecer o sonho, deixa guardar o que é precioso para mim dentro o peito, no relicário seguro de meu frágil coração.