A cada manhã se acende o morrer.
Um dia a mais, um a menos.
A matemática da vida
no Pêndulo de Foucault -
incansável, esgueira,
engole pedaços de vida
como se vida não houvesse...
Antes inocente,
hoje sei:
neste estar humano
aguardo o Último Poente -
sem margens para aportar,
sem encruzilhada para fugir .
sem asas para avoar!
Simples assim: Só, ir...