A alma se avulta
em canseiras.
Dessas ancestrais.
Mesmo as antigas
fadigas,
há tanto em mim
para entregar.
Mas que fazer
se as sombras habitam o Mar
e não há um coração
aberto à receber o amar?
Vasculho interioridades
e uma voz silenciosa
insiste em me trazer
à consciência do silenciar.