Maria
Prosa e Poesia
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Textos

A voz que plange como o sino,

traz a beleza transitória,

o olhar cerúleo de menino,

a lágrima antiga na memória.

 

O olhar se perde entre a bruma,

como um sopro de melancolia.

Nos céus em fase a branca luna,

que de longe lhe sorria.

 

Ao longe o astro lento ia,

no céu o rastro da saudade,

na terra o Poeta em elegia.

 

No peito, a face amada arde,

a dor que o mundo ainda não lia,

um novo respirar à alma invade.

Maria
Enviado por Maria em 02/07/2026
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