Pinto um arco-íris nas vidraças da alma. Como se a mão fosse um vento que dobra e desperta a vida. O corpo suspende o tempo por alguns segundos para sentir a palavra: o verbo do universo sopra um poema na madrugada, enquanto os olhos ainda choram a dor da mão que se retira... Pinto um arco-íris nas vidraças da alma... Como se a mão fosse um vento que dobra e desperta a vida.