A poesia começa nos dobres dos sinos da alma, nas marcas deixadas nas tramelas ou no batente da porta entreaberta. Seu som atravessa os canyons e montanhas de dentro como o minuano minuanando os prados e seus trigais: assobiando o canto das estações no silêncio que desenha as pausas e notas de solilóquios interiores neste velho pergaminho do tempo...