Maria
Prosa e Poesia
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Textos

Areias de perguntas

Abro a janela do tempo profundo.

Quero conversar com o vento

que nunca brisou de sussurros minha face...

o poço meu-(in)-conhecível...

o-silêncio-que-não-sou.

E me embriago da (in)quietude

que me mora, como um lagar de quimeras

e areias de perguntas.

Observo – não sei o que, mas observo...

Quem quer saber?

A ninguém importa o proseado da poeta...

Não sei mais de meus silêncios...

Eles se calam... como eu...

 

Maria
Enviado por Maria em 23/07/2026
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