Abraço as quenturas da alma,
envolta em antiguidades interiores.
É que o coração se apodera
de memórias antigas,
de mundos de outrora,
de sonhos que já foram
em outros tempos.
Como se a alma, ancestral,
ainda brotasse querências,
desejos e sonhos
de vidas que não sei se vivi,
mas sinto que sim...
O relicário do peito
guarda o amor
como o mais precioso dos tesouros.
Ali, a eternidade é.
E nunca se calará.