Não há como fazer perder
a lembrança do movimento,
a reminiscência do abraço querido.
Aquele que a gente abraça
profunda e suspiradamente
e quer abraçar de novo
para sentir o calor
e a força do sentimento.
Ainda é tempo de distâncias,
mas o longe se faz perto
no olhar de profundidades
que espelha a beleza e o céu
de nossos mundos,
nossas vivências,
na história e na memória
de nossa janela do tempo profundo.