Talvez eu leve a multidão pintada na face, escondida no semiárido de meus pra dentro, em buscas por teu andar luminoso e inteligente na lousa da vida... A folha que cai se acolhe faminta em meus pés andantes de tuas linhas - meu presente - que carrego sempre em minha mochila de viagem. Sou flor cuja palavra escrita plantou-se à beira da montanha sob a proteção das asas de um pássaro de luz... Talvez por isso, eu leve a multidão pintada na face sempre em buscas por teu andar luminoso e inteligente na lousa da vida...