Não tenho promessas,
nem respostas
para o absurdo.
Mas sei o que guardo
dentro do peito:
o céu que a vida
me presenteou,
a graça de amar
e ser amada
como nunca dantes.
Que os céus se movam
para rasgar
os últimos resquícios
de nuvens e temporais
que possam adiar o sonho
brando de felicidades.
Não tenho promessas,
nem respostas para o absurdo.
Mas sei o que guardo
dentro do peito:
o amor que move os Sol
e o mundo ao redor.