Há uma dor que se cravou no peito.
Lâmina quente rasgou o véu da alegria pelo dia.
Mais um gesto refutado e ignorado.
A dor da indiferença beira o desamor.
E a ave ergue as asas...
Soluça o dia que não foi,
que na memória de alguém
já não existe mais...
Derrama lágrimas pelo que era para ser...
e tomba morta no chão do Calvário...