Talvez eu também precise ser carregada nas costas para alcançar o sonho inatingível. Ou, levada pelo vento que dobra as flores do campo, amassa o trigo e faz o pão. Olho o caminho de horizontes longínquos, o peito um tambor, embora as mãos vazias e os lábios silenciados pelos passar do tempo do tempo e suas impossibilidades. A alma em guerra com o niilismo ainda carrega lampejos em omnia que dançam à aurora boreal de nossa janela do tempo profundo.