Olho o rio, silencioso e sozinho,
magoado em suas águas
pelas pedras do caminho. .
Um voo impossível
faz náufragos
em paradas inesperadas
e incertas de possíveis
mudanças de rota.
Gôndolas de sentimentos
expressam-se à beira do cais.
Ninguém olha, ninguém vê.
Paradoxos do tempo.