Se desafinada a voz
que canta ao largo da guitarra...
se triste a melodia da alma
na noite escura...
ou trazendo infelicidade o olhar
na janela do tempo profundo...
talvez, talvez seja hora
de calar a voz do peito
e deixar falar a areia amarela
daquela velha e esquecida
ampulheta do tempo,
o silêncio dos silêncios...
e o riff de tristezas
que habita o coração...